Day trade, não investimento
Não é comprar ação americana e esperar cinco anos. Não é dividendo nem dolarizar patrimônio. É compra e venda no mesmo dia, nos dois maiores índices do mundo: Nasdaq e S&P 500.
Aperte o play. Em três minutos você entende o que está do outro lado da sua ordem.
Assista com o som ligado
Na próxima segunda-feira, das 18h às 22h, vinte pessoas entram no escritório de operações da GTS, na Berrini. Elas vão ver ao vivo o que a gente olha no lugar do gráfico, e como se opera capital que não é o nosso. A sala comporta vinte pessoas sentadas. Quando fecha, fecha.
Você já comprou curso. Já testou dez estratégias. Já trocou de indicador tantas vezes que perdeu a conta.
Talvez tenha até tido uma semana boa. Daquelas que fazem dormir achando que finalmente pegou o jeito. E aí devolveu tudo em quarenta minutos.
Depois de repetir isso algumas vezes, a conclusão chega sozinha: falta alguma coisa em mim, é psicológico, eu não nasci para isso.
Quase nunca é isso.
Você está tentando adivinhar para onde o mercado vai olhando candle, suporte e resistência. O mesmo gráfico que outros milhões de pessoas físicas estão olhando na mesma hora que você, com os mesmos indicadores, chegando às mesmas conclusões.
E do outro lado da sua ordem não tem pessoa física. Tem instituição, tem fundo, tem gente movendo um volume que o seu gráfico não mostra.
Você não perde por falta de esforço.
Perde porque está do lado errado da ordem.
Não é aula gravada, não é live e não é sala de Zoom. É você dentro do nosso escritório, na frente das telas, com o Rafael.
Não é comprar ação americana e esperar cinco anos. Não é dividendo nem dolarizar patrimônio. É compra e venda no mesmo dia, nos dois maiores índices do mundo: Nasdaq e S&P 500.
Resultados, operações e a tecnologia proprietária rodando ao vivo na tela grande. O que a gente mostra na internet em print, ali você vê acontecendo.
O escritório comporta vinte convidados sentados. Isso não é escassez de marketing, é o tamanho da sala. É o que permite você perguntar o que quiser.
Cerca de dez anos de mercado. Começou na B3, operando mini dólar, índice e mercado futuro, como quase todo mundo aqui.
Em algum momento entendeu uma coisa que mudou a operação inteira dele: a liquidez de verdade, o dinheiro grande e os grandes participantes não estão no Brasil. Estão nos Estados Unidos. Foi quando levou a operação para lá e montou estrutura nos dois países.
De lá pra cá fez eventos e imersões no Brasil e nos Estados Unidos, e visitou bolsas em outros países. Passaram mais de dezoito mil alunos pelo caminho. Hoje tem gente operando com ele do Brasil, dos Estados Unidos e da Alemanha.
E ele não parou de operar. Opera capital próprio, opera capital de mesas proprietárias, usa a tecnologia que a própria GTS desenvolveu e comanda pessoalmente o copy trade. As ordens que ele executa são as mesmas que chegam na conta dos clientes.
Mostrar resultado de day trade pela internet é a coisa mais fácil do mundo. Qualquer pessoa mostra um print, uma tela verde, um vídeo cortado.
Se você desconfia do que vê por aí, você está certo. Num mercado cheio de promessa, desconfiar é a reação saudável. E a gente prefere que você desconfie da gente também.
Por isso a GTS parou de tentar convencer pela tela. Existe um escritório de operações rodando na Berrini, com mesa, telas e gente operando todo dia. Na próxima segunda-feira essa porta abre para vinte pessoas.
Não acredite na gente pela internet.
Venha ver pessoalmente.
A GTS desenvolveu um sistema proprietário para ler o mercado de um jeito diferente da análise gráfica tradicional.
Enquanto a maioria olha para o gráfico tentando descobrir o próximo movimento, a ferramenta ajuda a enxergar informação ligada ao posicionamento dos grandes participantes, onde existe atuação e alocação relevante. É a partir disso que o Rafael constrói o viés antes de colocar a ordem.
Ela não adivinha o futuro. Nenhuma ferramenta faz isso. E não é um software criado para vender: é o que ele usa no dia dele, com o dinheiro dele.
No encontro ela roda ao vivo, na tela grande. A gente não vai contar que existe uma ferramenta. Vai mostrar.
Existe uma crença que trava quase todo mundo: para operar valor relevante, você precisa colocar um patrimônio grande seu dentro do mercado.
Não é assim que profissional faz.
Existem empresas, chamadas mesas proprietárias, que disponibilizam capital operacional para traders que atendem aos critérios delas. Você opera dentro das regras da mesa, e as retiradas saem de lá. O Rafael tem relacionamento com essas empresas e opera parte relevante do volume dele exatamente assim.
A pergunta deixa de ser "quanto dinheiro eu tenho para arriscar" e passa a ser "qual estrutura de capital faz sentido para eu operar".
E se você já tentou, sabe que a avaliação é só a porta de entrada. O que separa quem entra de quem fica é o que acontece depois de passar, e é justamente essa parte que vai estar aberta na tela na segunda-feira.
Credenciamento a partir das 18h, o evento começa às 19h. Você sai do trabalho e vem direto. Não precisa levar nada.
Tem quem aprendeu e opera sozinho, quem opera capital de mesa, quem usa o próprio capital e quem só está conectado ao copy trade. Perfis diferentes, mesmo operacional.
Não é sala alugada para o evento. É onde a operação acontece todos os dias.


É o tamanho confortável da nossa sala. Não é escassez de marketing.
A reserva é fechada na conversa: nossa equipe confirma se ainda há lugar, envia o Pix e registra o seu nome para o credenciamento.
Av. Engenheiro Luís Carlos Berrini, 828 · Jardim Edith, São Paulo · SP, 04571-010
Região de fácil acesso para quem trabalha na Berrini, Faria Lima, Moema ou Morumbi. Dá para sair do trabalho e vir direto.
As orientações de chegada, andar e estacionamento são enviadas no WhatsApp após a confirmação do ingresso.